Chata, irritante, infantil. Gaúcha, gremista e meio bipolar. 17 anos. (15/03) Romântica, rata de biblioteca, e perdidamente apaixonada por ele, meu Maurício. Meu amor, minha metade, meu porto seguro. Viciada em música. Colorida, escandalosa, sorridente. Filha única, mimada, tagarela. Sou eu, Amanda.

3rd May 2012

Photoset reblogged from Carry me home tonight with 1,476 notes

Chuck Bass Puns

Source: michmemoirs

3rd May 2012

Photoset reblogged from In the face of the true love,we don't just give up with 287 notes

iheartchuckandblair:

It’s about time, you guys.

OMG PERFECT POST!

Source: waldorf-en-rouge

3rd May 2012

Quote reblogged from Então, que seja doce with 310 notes

Existem pessoas que de uma certa forma mágica, permanecem em nosso coração apesar da distância e também das circunstâncias.
—   Caio Fernando Abreu  (via neblinar)

Source: so-quotes

2nd May 2012

Post reblogged from Voa(dor) with 23,432 notes

Quem é ciumenta da like, quem vai jogar a amiguinha dele acidentalmente de uma escada, rebloga.

Source: negati-var

23rd April 2012

Photoset reblogged from in the face of true love with 626 notes

Source: lexiecarolinegrey

30th March 2012

Photoset reblogged from In the face of the true love,we don't just give up with 1,684 notes

CB I love you’s

Source: michmemoirs

28th March 2012

Video reblogged from In the face of the true love,we don't just give up with 29 notes

iheartchuckandblair:

Source: wewantchairforever

28th March 2012

Quote reblogged from Te levanta e voa! with 3,874 notes

Eu pensei em mim
Eu pensei em ti
Eu chorei por nós.
Gilberto Gil  (via c-risalida)

Source: nova-perspectiva

27th March 2012

Post reblogged from Paralelepípedos desalinhados. with 37 notes

caminhaodegas:

Toda letra do alfabeto precisa de outra para formar uma palavra. Já pensou se existisse algum tipo de preconceito contra aquelas que decidiram se unir com outras iguais a elas? Seria impossível existir PROGRESSO, não haveria COOPERAÇÃO e o mais importante: ninguém saberia dizer o que é COMPREENSÃO.

            VIU COMO O PRECONCEITO NOS TORNA IGNORANTES?

    Participe do abaixo-assinado para transformar a homofobia em crime. 

http://www.naohomofobia.com.br/site/index.php 

Source: gfaveri

27th March 2012

Photo reblogged from Voa(dor) with 148 notes

amedr0ntada:

Final de uma tarde fria de sábado, ela sentada no sofá, um tanto triste..
“O telefone toca mais uma vez, ela curiosa se apressa para atender, mesmo já sabendo quem estava do outro lado da linha. Sorriu ao ouvir a voz grossa e reconfortante dele. Sentiu-se segura ao saber que naquela tarde em que havia passado tão sozinha alguém acabou se lembrando dela. Abandonada, era isso que parecia estar. Mas logo esqueceu dos problemas, sorriu novamente pois aquilo tudo já era normal. A saudade apertando forte o peito, a dor na garganta que prende a respiração, as lágrimas caindo sem parar… É, sua rotina inteira descrita em apenas um parágrafo.  O que mudava na verdade de tempos em tempos era a necessidade. Crescia apenas, cada vez mais. Necessidade de estar perto, de poder tocar aquela pele macia, refrescante e banhada de perfume que só a deixava mais apaixonada. Necessidade de beijar aqueles lábios que transbordam de desejo a cada segundo passado, tudo acontecia somente entre os dois. E ninguém tinha a capacidade de atrapalhar, era um amor sem pé nem cabeça, mas que aumentava conforme os dias corriam contra eles. Ou talvez fosse somente um pedido de carinho, uma necessidade de estar ao lado sem dizer uma palavra, o silêncio já explicando tudo… Seja lá o que fosse, assustava. Assustava pois até agora pois nada havia sido tão intenso a ponto de querer ver o outro mais feliz do que ela mesma. Nunca havia sentido tanto medo e pavor de perder alguém, sabendo que este poderia achar uma pessoa muito melhor… E uma pessoa que realmente o merecesse. Era a insegurança incomodando mais uma vez, pois a fazia pensar no fato de não ter mais aquilo que a fazia continuar aqui. Ele se tornara o motivo de sua fraqueza, mas também dava motivos para ela seguir em frente, dentro daquele coração abatido ainda havia esperanças de um dia ter ele ao seu lado, não aguentava mais viver de nostalgias. Agora, sentada neste sofá durante o começo desta noite fria, ela pensava sem parar no que podia estar acontecendo com ela. Poderia mesmo ser amor? Poderia mesmo um coração de pedra, congelado pelo tempo aquecer-se de novo e voltar a amar? Ela só pensava. Não tirava nenhuma conclusão, mas sabia de uma coisa: queria aquele garoto ao seu lado. Precisava daqueles belos olhos, daquele esplendoroso sorriso para viver. No fundo ela tinha muito medo de acabar com mais uma ferida em seu coração só que havia algo nele que a fazia querer continuar (…) e depois de muito tempo refletindo naquela sala escura resolveu se arriscar. Mesmo que desse errado ela queria tentar amar de novo, queria mais ainda conseguir ser amada, mesmo que no final todas as suas tentativas fossem em vão colocou em sua cabeça que por ele valeria à pena. E apesar de tudo, lá no fundo ainda conseguia acreditar. Por que se fosse amor de verdade nada poderia estragar.”  Paloma e Danielly — (en-fraquecidos)

amedr0ntada:

Final de uma tarde fria de sábado, ela sentada no sofá, um tanto triste..

“O telefone toca mais uma vez, ela curiosa se apressa para atender, mesmo já sabendo quem estava do outro lado da linha. Sorriu ao ouvir a voz grossa e reconfortante dele. Sentiu-se segura ao saber que naquela tarde em que havia passado tão sozinha alguém acabou se lembrando dela. Abandonada, era isso que parecia estar. Mas logo esqueceu dos problemas, sorriu novamente pois aquilo tudo já era normal. A saudade apertando forte o peito, a dor na garganta que prende a respiração, as lágrimas caindo sem parar… É, sua rotina inteira descrita em apenas um parágrafo. O que mudava na verdade de tempos em tempos era a necessidade. Crescia apenas, cada vez mais. Necessidade de estar perto, de poder tocar aquela pele macia, refrescante e banhada de perfume que só a deixava mais apaixonada. Necessidade de beijar aqueles lábios que transbordam de desejo a cada segundo passado, tudo acontecia somente entre os dois. E ninguém tinha a capacidade de atrapalhar, era um amor sem pé nem cabeça, mas que aumentava conforme os dias corriam contra eles. Ou talvez fosse somente um pedido de carinho, uma necessidade de estar ao lado sem dizer uma palavra, o silêncio já explicando tudo… Seja lá o que fosse, assustava. Assustava pois até agora pois nada havia sido tão intenso a ponto de querer ver o outro mais feliz do que ela mesma. Nunca havia sentido tanto medo e pavor de perder alguém, sabendo que este poderia achar uma pessoa muito melhor… E uma pessoa que realmente o merecesse. Era a insegurança incomodando mais uma vez, pois a fazia pensar no fato de não ter mais aquilo que a fazia continuar aqui. Ele se tornara o motivo de sua fraqueza, mas também dava motivos para ela seguir em frente, dentro daquele coração abatido ainda havia esperanças de um dia ter ele ao seu lado, não aguentava mais viver de nostalgias. Agora, sentada neste sofá durante o começo desta noite fria, ela pensava sem parar no que podia estar acontecendo com ela. Poderia mesmo ser amor? Poderia mesmo um coração de pedra, congelado pelo tempo aquecer-se de novo e voltar a amar? Ela só pensava. Não tirava nenhuma conclusão, mas sabia de uma coisa: queria aquele garoto ao seu lado. Precisava daqueles belos olhos, daquele esplendoroso sorriso para viver. No fundo ela tinha muito medo de acabar com mais uma ferida em seu coração só que havia algo nele que a fazia querer continuar (…) e depois de muito tempo refletindo naquela sala escura resolveu se arriscar. Mesmo que desse errado ela queria tentar amar de novo, queria mais ainda conseguir ser amada, mesmo que no final todas as suas tentativas fossem em vão colocou em sua cabeça que por ele valeria à pena. E apesar de tudo, lá no fundo ainda conseguia acreditar. Por que se fosse amor de verdade nada poderia estragar.”  Paloma e Danielly(en-fraquecidos)

Source: en-fraquecidos